Os incidentes recorrentes em mineração e infraestrutura mostram que muitas organizações ainda tratam eventos climáticos extremos como exceções, apesar de sua crescente frequência. O texto lamenta a falta de investimentos preventivos, a demora na comunicação de crises e o não aproveitamento das lições aprendidas em eventos anteriores.
Resiliência e antifragilidade dependem de ações estratégicas e preventivas, não de respostas improvisadas após os desastres.
A repetição dos erros é escolha, negligência ou falta de investimentos estratégicos?
10 de fevereiro de 2026 | Governança Corporativa
