Coleção: Antifragilidade Organizacional
O artigo analisa casos como Grupo Casas Bahia, Marabraz, Raízen e produtores rurais, relacionando endividamento, juros, clima e concentração de riscos. Opções irreversíveis, eliminação de contingências, portfólios correlacionados, parceiros frágeis e rigidez na leitura de sinais aparecem entre os padrões examinados. Antifragilidade, reversibilidade estratégica, diversificação, gestão de riscos e avaliação da cadeia de suprimentos orientam a leitura dos colapsos empresariais.
