O artigo investiga como GPS, aplicativos e inteligência artificial podem afetar memória, navegação, autonomia e capacidade de improviso. Neurociência aplicada, escrita manual, demência digital, apagões, falhas de sistemas e perda de redundâncias analógicas ampliam a discussão. Jejuns digitais, habilidades híbridas, governança da autonomia humana e planos de continuidade compõem a proposta de antifragilidade digital.
Você seria um Robinson Crusoé digital? As habilidades perdidas no século XXI
4 de dezembro de 2025 | Carreira Executiva
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