A metáfora das pontes é considerada limitada para explicar diversidade, pois pressupõe dois lados, deixa nuances de fora e depende de poucos pilares.
A metáfora das redes reconhece múltiplas conexões, preserva a estrutura quando alguns nós se desfazem e acolhe a complexidade das identidades e experiências.
A agenda de diversidade, inclusão e equidade deve, portanto, tecer redes resilientes em que diferentes realidades coexistam, participem e se fortaleçam mutuamente.
De pontes a redes: como Tom Mendes e o ID_BR propõem mudar nossa visão sobre conexões para a diversidade
15 de setembro de 2025 | Desenvolvimento Organizacional
